Sexo na terceira idade
Com a chegada da terceira idade costumam aparecer problemas de saúde, inclusive da saúde sexual. Às vezes, não há queixas diretas sobre o sexo, pois muitos acabam considerando que, com a idade, chega ao fim a vida sexual e, portanto, não há do que se queixar.

Algumas mulheres passam a dizer que, com a menopausa e a incapacidade natural de engravidarem, o sexo já não tem mais sentido. É comum, nesta fase, mulheres passarem a se dedicar exclusivamente à casa e aos filhos ou netos. Não se questionam sobre o seu próprio desejo sexual. A relação passa a ser apenas uma formalidade e abrem mão do seu prazer.

A modificação das taxas de hormônios sexuais femininos, que ocorre próximo à menopausa, pode reduzir o desejo sexual e a excitação, além de provocar sintomas físicos conhecidos como "calores" ou "fogachos", irritabilidade, alterações no sono e depressão.

Como de rotina as mulheres devem visitar o ginecologista pelo menos uma vez ao ano. Estas queixas devem ser apontadas para o médico que, pelo exame físico e pelos exames de laboratório, indicará o melhor tratamento.

Entre os homens também pode ocorrer diminuição de hormônios sexuais com o avançar da idade. Apesar do processo ser menos pronunciado que nas mulheres, muitos podem apresentar sintomas sexuais em idade que varia de homem para homem. Esta é a chamada "andropausa". O uso de hormônios em homens sem sintomas e sem indicação médica pode acarretar sérios prejuízos à saúde, como por exemplo, o câncer da próstata.

Do ponto de vista da idade, não há um limite para a atividade sexual. Homens e mulheres saudáveis podem se manter sexualmente ativos durante toda a vida.

Na terceira idade os casais costumam ter vida sexual mais tranqüila. Aqueles que conseguiram estabilidade econômica, tiveram seus filhos criados e toda uma história de vida construída a dois têm nessa fase maior probabilidade de buscar um significado novo para a intimidade, sem priorizar desempenho sexual ou atratividade física.

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